sexta-feira, 29 de maio de 2015

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

5 tipos de clientes problemáticos

Seja você freelancer, empresário ou empregado de uma agência de design, provavelmente já se deparou alguma vez com um cliente problemático. Tais clientes caem como uma bomba nas mãos de qualquer profissional e é preciso muito tato para lidar com eles.
Sendo assim, listamos 5 tipos de clientes problemáticos e sugerimos uma possível saída para cada um dos casos. Esperamos que seja de ajuda!

1) O esquecido

Você chega ao local marcado para a reunião e espera 10, 20, 30 minutos. Quando a paciência se aproxima do fim, decide ligar para seu cliente e perguntar se houve algum imprevisto. A resposta dele? “Puxa vida, esqueci da nossa reunião…”.
Ok, ninguém é perfeito. Vez ou outra nos esquecemos de um compromisso. Por conta de problemas maiores ou mesmo da correria do dia-a-dia, algumas coisas podem simplesmente sumir de nossa memória. Porém, atente-se à freqüência que isso acontece. Caso o cliente esqueça muitas vezes de compromissos ou não envia materiais ou informações que havia prometido, você estará lidando com um esquecido.
O que fazer?
No caso de reuniões marcadas, experimente ligar um dia antes, ou mesmo algumas horas antes do compromisso para confirmar com o próprio cliente. No caso de envio de materiais e informações de um projeto, por exemplo, trabalhe com prazos, definindo uma data-limite para o recebimento das informações. Deixe claro, se possível em contrato, que o atraso do recebimento do material por parte do cliente influenciará na data da entrega final do projeto. Ao se aproximar deste prazo, avise seu cliente por e-mail e telefone.

2) O folgado

É um domingo ensolarado e você está curtindo o merecido fim de semana. De repente, seu telefone toca: é seu cliente. Quer te convidar para um churrasco? Não. Quer falar sobre o projeto. As vítimas perfeitas para o cliente folgado são os freelancers. Como geralmente um freelancer dá seu número de telefone residencial ou o do próprio celular, tais clientes não pensam duas vezes em ligar fora do horário comercial. E agora?
O que fazer?
Em alguns casos, por algum motivo o próprio profissional permite que o cliente ligue em qualquer horário. São exceções. Porém, se nada foi previamente combinado e você continua a receber ligações em horários importunos, faça o óbvio: não atenda. Depois, sutilmente deixe claro por e-mail que está disposto a esclarecer qualquer dúvida que o cliente tenha em horário comercial. Se possível, tenha uma linha comercial e deixe-a ligada apenas no horário de atendimento.

3) O caloteiro

O cliente foi simpático, amigável e objetivo. O projeto ficou pronto e ele gostou. Porém, existe um problema: ele ainda não pagou. E nem vai.
O que fazer?
Cada profissional decide se irá começar a trabalhar somente após uma entrada em dinheiro ou se irá receber o pagamento após a conclusão do projeto. O problema desse último caso é quando lidamos com indivíduos de má fé, mais conhecidos como caloteiros.
Um cliente que não pagou na data estipulada não é necessariamente um caloteiro. Ele pode ser um esquecido. Nesse caso, deixe claro (mais uma vez, se possível em contrato) que se o pagamento não for feito até a data estipulada, você tem todo o direito de tirar o projeto do ar (no caso de sites). Mas lembre-se que a comunicação é a melhor ferramenta para resolver esse problema.
Porém, se realmente perceber que o cliente agiu de má fé, e que desde o começo não tinha a intenção de pagar, leve o caso à delegacia. É importantíssimo que exista um contrato assinado e com firma reconhecida para sustentar seus argumentos.

4) O amigão

O cliente amigão geralmente é alguém conhecido que não consegue diferenciar o pessoal do profissional. Talvez seja o cliente mais problemático, pois é a junção de um pouco de cada item anterior: é esquecido, pois leva tudo no âmbito pessoal, sem se preocupar com prazos. É folgado, pois acha que pode entrar em contato com você a hora que desejar (e este tem seu telefone pessoal). E pode se tornar um caloteiro, pois acredita que como você é um bom amigo, não irá cobrar pelos serviços (ou não irá se importar se ele atrasar o pagamento “um pouquinho”).
O que fazer?
Não há problema algum em prestar um serviço para um amigo ou conhecido. Mas deixe claro que trata-se de uma relação profissional. Faça um acordo por escrito, trate-o como um cliente comum. Se ver que a intimidade está atrapalhando o profissionalismo, aproveite-a e use de sinceridade. Diga que se as coisas continuarem a ser tratadas dessa forma, não será possível a conclusão do projeto.

5) O “metamorfose ambulante”

O projeto está quase no fim, o prazo de entrega se aproxima, mas de repente o cliente encarna o João Kléber e diz: “Para tudo!”. Sim, ele quer mudar algo: todo o projeto.
O que fazer?
Seja categórico. Deixe claro que grandes mudanças significam novos prazos e novos orçamentos. Faça a clássica comparação do seu trabalho com o trabalho de um pedreiro: Se você o interromper no final da construção de uma casa e pedir que faça novamente, mas com outra estrutura, é possível que ele aceite, mas logicamente cobrará o serviço já prestado. Serviços não são como produtos que podem ser trocados por outros. Serviços contratados e executados são cobrados. E fim de papo.

Agregue mais valor aos seus projetos com Mock-ups gratuitos

POR 
Você pode ser o melhor designer do mundo, mas se não investir em suas apresentações, corre o risco dereceber um “não” do cliente.
Imagine que, em uma reunião, você apresentará a arte de um cartão de visitas. Como fará isso? Abrirá o software que usou para desenvolver e mostrará o projeto dessa forma? Ou mostrará ao cliente o cartão de visitas como se já tivesse sido impresso, numa simulação?
Para entender melhor, veja a figura abaixo. A primeira mostra a arte “crua”. A segunda, usando um mock-up, mostra o cartão de visitas como se já tivesse sido impresso.
É muito importante se colocar no lugar do cliente. Designers são seres visuais. Enxergamos a tridimensionalidade em um simples rabisco numa folha de papel. Porém, é um grande erro pensar que todas as pessoas enxergam assim.
No exemplo acima, na figura do lado esquerdo, o cliente pode ter dificuldade em visualizar a arte como um cartão de visitas. O mesmo pode acontecer com layouts de sites, revistas, folders, flyers, outdoors e daí por diante.
Por essa razão, usar um Mock-up pode ser muito útil. Mas você pode estar se perguntando:

Como usar um Mock-up?

Usar um Mock-up é mais simples do que você talvez imagina. Logo abaixo, vou mostrar como usei o Mock-up do fictício cartão de visitas do exemplo acima:
O Mock-up usado na imagem acima nada mais é que um arquivo do Photoshop.  No final desse post mostrarei alguns lugares onde você poderá baixar mock-ups gratuitos.
Após abrir o arquivo, você deverá localizar as camadas responsáveis por fazer a substituição das artes(nesse caso a frente e o verso do cartão de visitas).
Após localizar, basta dar um duplo clique na camada desejada (clique em cima da miniatura da imagem, e não no nome da camada.).
Após clicar, um arquivo será aberto. Este é o arquivo responsável pela arte que será substituída.
O que fazer agora, é óbvio. Basta substituir essa arte de exemplo pela arte que você desenvolveu. Após isso, salve o arquivo (Ctrl+s, se estiver usando Windows).
Após ter salvo, volte ao arquivo principal e veja que a alteração já surtiu efeito. Caso o Mock-up tenha mais de um arquivo a ser substituído, como neste caso (frente e verso do cartão), repita o procedimento na outra camada.
Todo esse procedimento não demora mais que 5 minutos. Com pouco esforço é possível agregar mais valor à suas apresentações, com o objetivo de impressionar o cliente.
Agora que você sabe, pelo menos em teoria, como usar um Mock-up, você talvez esteja se perguntando:

Onde posso fazer download de Mock-ups gratuitos?

Alguns sites disponibilizam gratuitamente Mock-ups de boa qualidade. Faça uma pesquisa em sites comoBehanceDeviant Art e Pixeden. Neste último, é necessário um breve cadastro para poder fazer downloads.
Como sou bonzinho, listei abaixo alguns Mock-ups gratuitos de excelente qualidade. Para baixar, basta clicar na imagem:

Mock-up de iPhone

Mock-up estilo café da Starbucks

Mock-up de cartão de visitas (usado no exemplo)

Mock-up de camiseta

Existem uma infinidade de Mock-ups gratuitos disponíveis na internet. Porém, se você quiser algo mais complexo, existem Mock-ups profissionais no Graphic River, custando em média 10 dólares. É um ótimo investimento.
Impressionar o cliente com uma boa apresentação pode fazer toda a diferença. Afinal, cada um precisa vender seu peixe da melhor maneira. Os Mock-ups são ótimas ferramentas para agregar valor às suas apresentações. Que tal experimentar?